Campo Largo
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Vinhas

As nossas vinhas agrupam-se em duas propriedades: Quinta de S. Mateus, 110ha. na freguesia de S. Lourenço do Bairro e Quinta de Vale de Azar, 60ha. na freguesia de Arcos.
Nesta última os terrenos são, predominantemente, argilo-arenosos, com pequenas zonas de calcário.

A exposição é, na maior parte, a sul e a poente.
Estão plantadas parcelas de Baga, Touriga Nacional, Tinta Barroca, Pinot Noir, Trincadeira da Bairrada (Periquita) e Cabernet Sauvignon.
As castas brancas são: Bical, Arinto, Cerceal e Verdelho.

No centro desta quinta, que toma o nome da desaparecida povoação de Vale de Azar (ver mapa), ergue-se a antiga "adega do senhor Gaudêncio", assim referida por António Augusto de Aguiar na obra de 1867, Memória dos Processos de Vinificação.
Daqui provêem as uvas dos tintos Quinta de Vale de Azar e Valdazar e do espumante Campolargo na versão Bical, Arinto e Cerceal.

Dista a Quinta de Vale de Azar cerca de 2 km da nossa adega, situada na Quinta de S. Mateus.
Aqui o terreno é de mais diversa constituição, sendo frequente a alternância de solo argilo-calcário típico com argilas de diferente cor e natureza e alguma areia à mistura, sobretudo nos cabeços onde abundam os seixos rolados.
Aqui, todas as exposições solares são possíveis, posto que as parcelas de vinha ocupam a encosta sul e norte de uma colina que começa a erguer-se após Mogofores, a nascente, e vai até Paredes do Bairro a poente.
As parcelas recebem os nomes tradicionais dos sítios, os quais usamos para os vinhos aí nascidos.

Assim, no Termeão estão plantados Touriga Nacional, Castelão Nacional, e Souzão (que substituiu recentemente o Cabernet Sauvignon).
Na Costa temos cepas de Tinta Roriz, Syrah e Merlot com que fazemos o Vinha da Costa e Os Corvos da Vinha da Costa.

Às vinhas do Gaz e da Espinheira vamos buscar o Cabernet e o Castelão para o Campolargo CC e para o Contra a Corrente. Na chamada parte velha de S. Mateus são maioritários os brancos: Verdelho, Sauvignon Blanc, Bical (dos quais se faz uma das versões do espumante Campolargo) e ainda Viognier.
O Pinot Noir usado para fazer em branco e rosé também aí está plantado.
Nesta zona, orientada a norte e nascente, os tintos são de Baga, Alfrocheiro e Tinto Cão, não esquecendo um talhão de Alvarelhão, Tinta Francisca e Touriga, plantados misturados. Por trás do pinhal alinham-se Touriga Francesa e Alicante Bouschet, quase encostados à adega.

Pelo sul do pequeno bosque dispõem-se as cepas de Pinot Noir que fazem o tinto Campolargo.
O Arinto está plantado no denominado Vale do Olho e o Chardonnay divide-se entre a Costa, o Vale do Covo e a Espinheira ou Vale do Gaio.

A parcela da Panasqueira é exclusivamente de Merlot e Cabernet Sauvignon, que também se plantam no Barrio e no Cardal, únicas com certa separação física.
Entre o Termeão e a Costa, ao longo da ribeira, sucedem-se, a norte, a Trincadeira, o Malbec e o Petit Verdot. Na margem sul daquele curso de água, na parcela chamada Juncal, temos sucessivamente: Souzão, Bastardo, Tinta Pinheira, Alfrocheiro e Tinto Cão.
 
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